quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

PRINCIPAIS OBRAS DE GUILHERME DE ALMEIDA

PRINCIPAIS OBRAS

Poesia

Nós (1917) – São Paulo. Seção de Obras de O Estado de S.Paulo, com ilustrações de Correia Dias e retrato de J. Wasth Rodrigues;
A Dança das Horas (1919) – São Paulo. Seção de Obras de O Estado de S.Paulo, com desenhos de Di Cavalcanti;
Messidor (1919) – São Paulo. O Livro: obra que inclui “Nós”, “A Dança das Horas e outros poemas sob o título de “Suave Colheita”, traduzida para o francês por Serge Milliete e editada na Antuérpia em 1923;
Livro de Horas de Sóror Dolorosa (1920) – São Paulo. Oficinas de O Estado de S.Paulo, com desenhos de J. Wasth Rodrigues, no qual introduz a simil-rima, com apoio somente na vogal tônica, ao gosto medieval;
Era uma vez... (1922) – São Paulo. Mayenca. Com desenhos de John Graz;
O Festim (1922) – São Paulo. Em datilografia, livro idealizado por Franco Zampari, executado por A. Sandri, limitado a 25 cópias, tendo sido destruídas as chapas;
A Frauta que Eu Perdi (Canções Gregas) (1924) – Rio de Janeiro. Anuário do Brasil. Um livro de temas antigos com roupagem nova;
A Flor que foi um homem (Narciso) (1925) – São Paulo. Livraria do Globo. Capa de J.W.R., teatro em versos;
Meu (1925) – São Paulo. Com capa de Paim. Livro de estampas;
Raça (1925) – São Paulo. Com capa de Yan de Almeida Prado. Este livro, juntamente com “Meu”, são os que mais se aproximam do Modernismo, não só pelo tema como linguagem inovadora do ponto de vista formal e visual, com versos de acentuado ritmo;
Encantamento (1925) – São Paulo. Livraria do Globo e Irmãos Marano. Livro premiado pela Academia Brasileira de Letras;
Simplicidade (1929) – São Paulo. Companhia Editora Nacional;
Você (1931) – São Paulo. Companhia Editora Nacional. Ilustrações de Anita Malfatti, com temas novos em versos velhos;
Carta a Minha Noiva (1931) – São Paulo. Companhia Editora Nacional;
Poemas Escolhidos (1931) – Rio de Janeiro. Waissman, Reis & C. ltda;
Castas que eu não mandei (1932) – Rio de Janeiro. Separata de Encantamento;
Acaso – Versos de Todo Tempo (1938) – São Paulo;
Cartas do Meu Amor (1941) – São Paulo. Martins;
Tempo (1944) – São Paulo. Flama. Com prefácio de Jamil Almansur Haddad e ilustrações de Quirino – Seleção de 17 obras do poeta, de 1914 a 1944;
Poesia Vária (1947) – São Paulo. Martins. Traz o Capítulo “peregrinação”, haicais as chaves-de-oiro para onze sonetos que não foram escritos, a Camoniana em linguagem propositadamente arcaizada, e o Cancioneirinho que relembra canções de amor e de amigo;
O Anjo de Sal (1951) – São Paulo. Alarico. Com poemas mais herméticos e haicais;
Toda a Poesia (1952) – São Paulo. Martins. Em seis volumes, contendo: Tomo I: Simplicidade (1912-1914), Na Cidade da Névoa (1915-1916), Suave Colheita (1912-1919); Tomo II: Messidor com Nós (1914-1917), A Dança das Horas (1918-1919); Tomo III: Era uma Vez... (1931), Sheherazada (1921 – um ato em versos – Mensão Honrosa Excepcional da Academia Brasileira de Letras) e Narciso (1921); Tomo IV: Canções Gregas (1921-1922), O Festim (1922), Meu (1922-1923) E Raça (1925); Tomo V: Encantamento (1921-1925), Acaso (1924-1928) e Você (1931); Tomo VI: Cartas do Meu Amor (1921-1941), 1932 (1932-1946), Poesia Vária (1944-1947) e o Anjo de Sal (1949-1951);
Acalanto de Bartira (1954) – São Paulo. Pocai. Capa de Zamboni, vinhetas de Brecheret e ornatos de Guidal;
Camoniana ( 1956) – Rio de Janeiro. José Olympio. Separata de “Poesia Vária”, com prefácio de Afrânio Peixoto;
Pequeno Romanceiro (1957) – São Paulo. Martins. Com desenhos de Gomide e letras de Abigail, inspirado na singeleza dos temas provindos da alma do povo;
Rua (1961) – São Paulo. Martins. Os poemas manuscritos aparecem acompanhados de fotos de Eduardo Ayrosa, e revelam instantâneos fixados com muito vigor em poemas curtos;
Rosamor (1965) – São Paulo. Martins. Com capa de Zamboni e ilustrações de Noêmia e dois desenhos póstumos de Wash Rodrigues. Um livro todo dedicado à rosa, alguns poemas com rimas muito preciosas;
Meus Versos Mais Queridos (1967) – Rio de Janeiro. Ediouro – Tecnoprint;
Os Sonetos de Guilherme de Almeida (1968) – São Paulo. Martins. Capa de Renato Zamboni. Cento e oito poemas escritos pelo poeta, à partir de “Morte”, edição comemorativa do Cinqüentenário da publicação de “Nós”;

Prosa

Théatre Brésilien (1916) – Duas peças escritas em francês: Mon coeur balance e Leur Ame, em colaboração com Oswald de Andrade;
Natalika (1924) – Rio de Janeiro. Candeia Azul;
Do Sentimento Nacionalista na Poesia Brasileira (1926) – Tese;
Ritmo, Elemento de Expressão (1926) – Tese;
Gente de Cinema (1929);
O Meu Portugal (1933) – São Paulo. Companhia Editora Nacional – Crônicas;
A Casa (1935);
O Sonho de Marina (1941) – História Infantil;
Gonçalves Dias e o Romantismo (1945) – Conferência realizada na Academia Brasileira de Letras em 15 de dezembro de 1943;
Histórias, Talvez... (1948) – São Paulo. Melhoramentos;
Baile de Formatura (1953);
Cosmópolis – São Paulo/29 (1962) – São Paulo. Editora Nacional. Oito reportagens com carvões de Gomide;

Traduções

Eu e Você (1932) – (Toi et Moi) de Paul Géraldy. São Paulo. Companhia Editora Nacional. Poesia;
O “Gitanjali” (1932) – de Rabindranath Tagora. Rio de Janeiro. Ed. José Olympio. Prosa Poética;
Poetas de França (1936) – São Paulo. Companhia Editora Nacional. Com poemas de 24 autores, em edição bilíngüe;
“Suíte” Brasileira (1936) – Terceira Parte de “Quatre Continents”, de Luc Durtain. Poesia;
O Jardineiro (1939) – De Rabindranath Tagore. Prosa Poética;
João Pestana (1941) – De Hans Christian Andersen. Prosa;
João Felpudo (1942) – De Wilhelm Busch. Prosa;
O Amor de Bilitis – Algumas Canções (1943) – De Pierre Louys. Rio de Janeiro. Ed. José Olympio. Prosa;
O Camondongo e Outras Histórias, Corococó e Caracacá, O Fantasma Lambão (1943) – De Wilhelm Busch. Prosa;
Pinocchio (1943) – De Collodi. Prosa. Versão Livre;
Flores das “Flores do Mal” (1944) – De Baudelaire. Rio de Janeiro. Ed. José Olympio. Com 21 poemas de Baudelaire, em edição bilíngüe, com carvões de Quirino;
Paralelamente a Paul Verlaine (1945) – São Paulo. Martins. Poesia com “Minha Carta a Paul Verlaine no Centenário do seu Nascimento”;
A Mosca (1946) – De Wilhelm Busch. Prosa;
Uma Oração de Criança (1946) – De Rachel Fields. Prosa;
As Palavras de Buda (1948) – Prosa;
Entre Quatro Paredes (1950) – (Huis Clos), de Jean-Paul Sartre. Peça levada dois anos antes no Teatro Brasileiro de Comédia, do qual o poeta foi um dos diretores;
A Cartola (1951) – De Wilhelm Busch. Prosa;
A Antígone de Sófocles (1952) – São Paulo. Alarico. Drama em versos, traduzido diretamente do grego, apresentado posteriormente por Adolfo Celi no Teatro Brasileiro de Comédia;
Na Festa de São Lourenço (1956) – De José de Anchieta. Auto em versos – tradução das partes em tupi e castelhano;
Jornal de um Amante (1961) – (Journal d’un Amant), de Simon Tygel. Rio de Janeiro. Ed. Civilização Brasileira. Prosa;
Festival (1965) – De Simon Tygel. Poesia em edição bilíngüe;
Arcanum (1965) – De Niles Bond. Poesia em edição bilíngüe. Capa e desenhos de Guilherme de Faria;
História de uma Escada (1964) – De Antonio Buero Vallejo. Peça Teatral.

Outros Trabalhos

As Armas (1926) – Filme de Cassiano Gabus Mendes. Colaborador;
O Estudante Poeta (1940) – Peça teatral, em colaboração com Jayme Barcelos, lida no Teatro Boa Vista;
A Marquesa de Santos (1941) – Colaborou na versão portuguesa desse filme;
Iara (1946) – Fez o argumento do bailado “Iara”, apresentado no Teatro Municipal de São Paulo, com música de Francisco Mignone e cenários de Portinari;
Filmes (1951) – Trabalhou nos diálogos dos filmes “Terra sempre Terra” e “Apassionata”.